Para quem ainda não foi ou nem sabe, o Amigóide, Autômato em Busca de Amizade, do coletivo ++CP; fica só até domingo, dia 4, na exposição Rumos Arte Cibernética do Itaú Cultural. Passem por lá.
29.8.11
# 245 Só até domingo
Para quem ainda não foi ou nem sabe, o Amigóide, Autômato em Busca de Amizade, do coletivo ++CP; fica só até domingo, dia 4, na exposição Rumos Arte Cibernética do Itaú Cultural. Passem por lá.
7.4.11
# 241 ++CP; no Compacto.ARTE #3
No próximo domingo, dia 10, o ++CAYCEPOLLARD coletivodeartecomputacional; estará presente no Compacto.ARTE #3. Marcaremos posição com a instalação Ambiente AcionaLgrama.
16.9.10
# 225 Os meios áudio-visuais não servem somente para contar histórias. Para tal existem o romance, o teatro, a oralidade
Entendendo as experiências que envolvem o áudio-visual como sendo constituídas centralmente por linguagens híbridas, apresentando-se portanto como índices da contemporaneidade, o pmdn +zero do brasil incorpora signos áudio-verbo-visuais em estruturas labirínticas, tendo como base criativa métodos de recombinação – como conceito aglutinador de ruídos – em processos abertos ao acaso. Tomamos aqui o acaso como sendo o criador do cosmos, ou seja, desencadeador de processos evolutivos onde a ordem não é simplesmente instaurada, mas sim evolui a partir de um caos inicial. Os meios áudio-visuais não servem somente para contar histórias. Para tal existem o romance, o teatro, a oralidade. O pmdn +zero do brasil cria experiências áudio-visuais indeterminadas, buscando promover a experimentação coletiva. Partindo do zero e para ele retornando, em um loop que se refaz constantemente, em um diálogo autofágico entre o virtual e o atual. Nada é absoluto, porque tudo está em evolução. Desta forma abolimos o já abolido conceito de manifesto moderno e incorporamos, como em uma espiral, repertórios, idéias e conceitos que transitam não em processos de contemplação, mas sim em processos de devoração.
3.9.10
# 224 ++CP; leva suas paisagens para Colônia, Alemanha
26.7.10
# 219 ++CP; no FILE2010
A obra contemplada com tal distinção denomina-se A Night in São Paulo. Como um paralelo à música “A Night in Tunisia”, de Dizzy Gillespie, o ++CAYCEPOLLARD coletivodeartecomputacional; utilizou um algoritmo adaptativo, desenvolvido na linguagem Pure Data por Tuti Fornari, para criar uma paisagem sonora da cidade de São Paulo. Este código tem como característica principal o fato da programação ser dinamicamente criada ou modificada por outro código, em um processo de composição autônomo.
A partir de um mapeamento de 600 casas noturnas da cidade, entre bares, boates e casas de show, foi feito um levantamento de suas coordenadas cartográficas. Este universo numérico alimentou o algoritmo que, por meio de combinações dois a dois e realimentações, gerou de forma darwiniana (autônoma e aleatória) objetos sonoros de diferentes durações e localizações no espaço sonoro. O entrelaçamento temporal e espacial desta ambiência sonora define uma viagem por um espaço imersivo que, ao mesmo tempo que propicia uma viagem onírica, atua como uma nova linguagem cartográfica, recriando, em outra linguagem, a paisagem urbana da metrópole.
‘A Night in São Paulo” também foi selecionada para o SoundLAB7, evento on-line a ser promovido em setembro pelo NewMediaFest’2010 de Colônia, Alemanha.
Para quem não puder comparecer ao FILE, a paisagem sonora pode ser ouvida no site do ++CP;.
abs
++CP;
24.1.10
24.11.09
10.11.09
# 196 Contrato do Itaú, finalmente
14.9.09
# 189 Premiado no Itaú Cultural

Oi Fábio, quer ser meu amigo? É com felicidade que comunico aos familiares, amigos, colegas, clientes, fornecedores e desconhecidos que eu, projeto Amigóide, Autômato em Busca de Amizade, concebido no dia 11 de maio de 2009 por Fabrízio Poltronieri e Nicolau Centola para o ++CAYCE POLLARD coletivodeartecomputacional;, fui selecionado e automaticamente premiado no programa Rumos Arte Cibernética 2009 do Itaú Cultural.
Sou autômato que busca o interrelacionamento com seres humanos em ambientes controlados. Por ambientes controlados, entendo uma sala onde um grupo de até 10 pessoas terão a oportunidade de travar relações comigo. O relacionamento se dá por seleção randômica e se efetivará por meio de movimentos, falas e demonstrações dos meus sentimentos digitais. Evidencio a efemeridade das relações contemporâneas e a busca desesperada por amizade.
Apresento-me formalmente como um artefato cilíndrico com 80 cm de altura e 30 cm de diâmetro, contendo em meu interior os dispositivos eletrônicos e mecânicos necessários ao meu funcionamento. Desloco-me livremente pelo ambiente controlado, buscando uma amizade imediata. Ao selecionar meu par, passo a seguí-lo pelo ambiente, com a intenção de travar relação de amizade. Para tanto, emito sinais visuais e sonoros. Ao me aproximar do eminente colega, lanço a pergunta: “Fábio, quer ser meu amigo?”.
Sou um objeto cibernético interativo, com o objetivo de trabalhar as trans-relações homem-máquina na sociedade contemporânea. Sou formado por uma estrutura cilíndrica metálica pintada de preto com 80 cm de altura e 30 cm de diâmetro. Na base está disposto um conjunto de rodas que possibilita minha movimentação livre em qualquer direção.
Em toda minha volta encontram-se sensores de movimento, que farão a identificação das pessoas no ambiente controlado, me orientando para o deslocamento. Na minha parte superior encontra-se um alto-falante, responsável pela interação sonora com os humanos. Diversas frases pré-gravadas estão disponíveis. Entre elas encontram-se: “Oi Fábio, quer ser meu amigo?”; “Há quanto tempo, Fábio!”; “Você vem sempre aqui?”; “Fábio, o que você busca em uma amizade?” etc. Fábio é, para mim, a personalização do humano ideal, meu alter-ego relacional que faz a ponte humano-máquina.
Seis feixes anelóides compostos por LEDs estão dispostos no meu corpo, iniciando-se na borda superior. São três padrões diferentes de cores e seqüências de atuação: ao identificar possível amizade, ao demonstrar algum sentimento e ao falar. Todas colaboram para definir diversos formatos interativos.
18.2.09
# 146 oEMACUMBADOeasPROBLEMÁTICAS
a macumba digital manifesta-se na forma de luz que emana dos corpos tomados pelo som das PROBLEMÁTICAS. os problemas por elas enfrentados são diversos e complexos, sintomas de nossa era. entre eles, destacam-se: a necessidade, que urge, de compreender e aceitar o status atual da arte; o desenvolver do processo de aceitar-se a si mesma sem o uso de medicamentos tarjados ou demais substâncias alteradoras da realidade; a quebra, já tardia, da visão cartesiana pré-duchampiana que separa arte e vida; o entendimento de que arte é tensão e abismo; o trabalho para compreender que arte não é trabalho e que, por isso mesmo, arte chama-se arte e trabalho chama-se trabalho, o desafio de descondicionar corpo e mente da intoxicação provocada por uma suposta graduação em arte e, por fim, a tensão estética, e portanto ética, que os pequenos artistas comandados por diretores fascistas nunca experimentarão, por não terem coragem e por não compreenderem o status da arte: a ausência de razão. porém, estas performers tem a coragem necessária para assumirem seus problemas e atirarem-se em macumba-abismo-espiral-profunda.
por sua vez, o EMACUMBADO gira na grande projeção da parede do fundo e mostra o caminho em loop da salvação, da dissolução dos problemas em forma de reza-oração-cântigo-macumba computacional. enquanto gira em seu eixo projetacional, o EMACUMBADO recebe tranca-rua de sites russos, caboclos de redes sem fio piratas – cujas senhas foram crackeadas por vodus cibernéticos do Haiti –, exus hipermodernos de sites de moda franceses e caciques provenientes da lan houses do alto amazonas.
